QUESTIONÁRIO RESPONDIDO POR: JUCELIO 40013

Olá candidato (a), elaborei essas questões com um grupo de pessoas, tendo como finalidade, traçar o perfil dos candidatos a vereança de nossa cidade. 
Todos os dados serão de domínio público, a serem publicados em nosso Blog (https://jfora.blogspot.com.br) a partir da entrega deste, podendo a população questionar o que foi escrito, e sendo de direito do candidato replicar.




1º Você tem curso superior?      
Qual área?      
R: Sou graduado em História e Especialista em Cultura Afro-Brasileira, ambas as formações pela UFJF

2º Se você não tem curso superior, qual é sua área de atuação profissional?      
Onde trabalha?      
Qual função?
Estudou até que série/ano?
R:

3º Você é uma pessoa religiosa?      
É praticante ou só se denomina?      
R: Sim. Sou espírita e participo das atividades do Movimento Espírita de Juiz de Fora e Região

4º Você tem filhos?
Eles utilizam o ensino público ou privado?
R: Não tenho filhos

5º Você tem casa própria? 
Sim ( X )  
Não (  )  
Estou financiando (  ) 
Onde é?  Redija o endereço abaixo: Fica no bairro São Pedro

6º Você tem carro próprio/motocicleta? 
Sim (X  )
Não (  )
Estou pagando (  )
Tenho mais de uma (  )
Qual é a marca e modelo?
R: HB20

7º Você, ou algum parente, possui algum tipo de negócio (comércio, posto de gasolina, escritórios, etc) na cidade?  
Caso tenha, como pretende administrar seu cargo com o negócio?
R: Não possuo comércio, nem nenhum parente o possui. 

8º Qual é a sua renda bruta?
Você recebe algum tipo de aposentadoria ou pensão?  Qual valor?  Oriundo de qual atividade?
R: Valor Bruto R$ 15.000,00 referente ao salário de vereador. Estou licenciado da AMAC, onde sou educador desde 2012, optando por não receber remuneração.

9º Você sabe qual é a dimensão de seu cargo?      
Fale sobre isso, sobre como você entende seu papel na câmara. 
Não seja reducionista e procure ser o mais exato possível. 
R: Certamente. Estou vereador desde 2013. As funções são muitas e as responsabilidades também. A meu ver, além da produção legislativa visando a apresentação e votação de projetos de lei que beneficiem o coletivo, o exercer da fiscalização das ações do executivo, bem como a mediação junto ao Poder Executivo das demandas sociais são importantíssimos. Desta forma, o vereador precisa estar atento e em diálogo contínuo com a população, para melhor representa-la.

10º Qual é seu compromisso e/ou planejamento para com a Educação?      
Tenha consciência que esse texto poderá ser debatido posteriormente.
R: Desde 2012, nas diretrizes de campanha estabeleci que uma de nossas lutas fosse em prol da educação de qualidade. Sempre escutamos o Sindicato dos Professores. Conseguimos uma verba via emendas parlamentares de R$ 900 mil reais com o Deputado Federal Júlio Delgado, a qual já foi liberada e utilizada para parte da reforma do Museu Mariano Procópio. Criamos a Semana do Leitor, Livro e Leitura. Sou educador há mais de 17 anos, ou seja, meu compromisso com a educação e cidadania vem dos trabalhos desenvolvidos na sala de aula.

11º O que você pretende fazer sobre a segurança pública?      
Compreendemos que não compete ao vereador essa função específica, porém, tudo pode fazer para contribuir com a segurança das pessoas.      
Tem algum plano específico?      
Qual?
R: A Segurança Pública é de competência do governo estadual. Nós, como representantes, podemos mediar junto as autoridades competentes. Ao longo destes anos eu realizei várias Rodas de Conversas com moradores de vários bairros da cidade. Nestes encontros sempre convidamos a Companhia da Polícia Militar responsável pela região para escutar as demandas dos moradores e fazer encaminhamentos. Além disso, segurança pública está diretamente relacionada a inserção social e redução de desigualdades. Acreditamos que tão ou mais importante que punição é a educação e a criação de perspectivas para a juventude, sendo por meio de produções culturais e projetos sociais. 

12º Quais foram os motivos que te levaram a desejar uma vaga na câmara municipal?
R: Sugiro acessar a este vídeo que contém um pouco mais de 2 minutos, porque detalha bem essa questão: https://www.facebook.com/profjucelio/videos/1484004268280111/?__mref=message_bubble

13º Quais são os partidos coligados a seu partido e quem ou qual é o candidato a prefeito que você e seu partido apoiam?
R: Meu partido é o PSB. Nosso candidato a Prefeito é o Wilson da Rezato. A coligação no cargo majoritário envolve as siglas PRB, PT do B, PSDC e DEM. Na proporcional estamos sem coligação, chapa pura.

14º Você tem idéia da dimensão pública que sua vida vai tomar, das cobranças que vai ter que suportar e da paciência que necessitará para lidar com o cargo público?      
Fale sobre isso.
R: Sim. Como disse estou vereador a quase 4 anos. Vivenciamos essa cobrança diariamente, no entanto, através de diálogo e clareza em nossos posicionamentos, aqueles que nos acompanham sabem exatamente o que propomos, como votamos e o que pensamos sobre vários assuntos.

15º  Caso eleito, quem formaria sua equipe e qual a função de cada membro?  
Como conheceu essas pessoas?
R: A minha equipe de trabalho é fundamentada em dois pilares: confiança e competência. Todos os assessores possuem graduação. Inclusive, temos 3 mestres na equipe. Hoje ela está estruturada da seguinte forma com 7 assessores:
Raphael Reis: Chefe de Gabinete, Graduado em História, Especialista em Políticas Públicas e Mestre em Educação.
Emerson Porciono: Graduado em Direito e Especialista em Direito Constitucional.
Shisllene Leite: Graduada e Mestre em Serviço Social
Cícero Villela: Graduado e Mestre em Comunicação Social.
Marcelo Nunes: Graduado em Pedagogia e Especialista em Gestão de Pessoas
Jodenir Souza: Graduado em História
Álvaro Capute: Bacharel em Ciências Sociais e Graduando e Ciências da Religião

16º O que você pensa a respeito da redução salarial da legislação municipal a um salário mínimo?
R: Sou contrário. Acredito que se deva cobrar para que o vereador faz jus ao seu salário, exercendo suas funções de maneira ética. Há muitas responsabilidades e muitos trabalhos, para aqueles que se compromete.

17º Qual é sua posição quanto a pessoas portadoras de necessidades especiais? 
Indique uma forma de reinseri-las socialmente em seu ambiente laboral em um período que se sucede após o trauma permanente ter ocorrido e no período que ocorreu.


R:Embora o vereador também não tenha competência direta para intervir nesta questão, uma de nossas diretrizes de trabalho é a defesa dos direitos da pessoa com deficiência. Criei a Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência na Câmara Municipal de Juiz de Fora. Estamos sempre fiscalizando e apoiando as instituições que trabalham com este segmento. Sobre a reinserção no mercado de trabalho podemos fazer mediações junto às empresas e solicitar alguma iniciativa do Poder Executivo para incentivar a contratação da pessoa com deficiência.

QUESTIONÁRIO RESPONDIDO POR: DOUGLAS ESTERCE - O TUKA ROCK 15666

Olá candidato (a), elaborei essas questões com um grupo de pessoas, tendo como finalidade, traçar o perfil dos candidatos a vereança de nossa cidade. 
Todos os dados serão de domínio público, a serem publicados em nosso Blog (https://jfora.blogspot.com.br) a partir da entrega deste, podendo a população questionar o que foi escrito, e sendo de direito do candidato replicar.

As respostas deverão ser assinaladas imediatamente abaixo de cada pergunta. O espaço (lauda) é você quem vai organizar de acordo com o tamanho de sua resposta.



1º Você tem curso superior?      
Qual área?      
Cole aqui o Link de seu Lattes:
R: Não

2º Se você não tem curso superior, qual é sua área de atuação profissional?      
Onde trabalha?      
Qual função?
Estudou até que série/ano?
R: Comerciante. Ensino Médio incompleto.

3º Você é uma pessoa religiosa?      
É praticante ou só se denomina?      
Qual é seu nível de comprometimento com sua religião?
R: Teísta. Acredito em um único Deus. 

4º Você tem filhos?
Eles utilizam o ensino público ou privado?
R: Dois filhos, um deles cursa universidade pública.

5º Você tem casa própria? 
sim ( x )  
Não (  )  
Estou financiando ( x ) 
Onde é?  Redija o endereço abaixo:
R: Rua São Sebastião, 421

6º Você tem carro próprio/motocicleta? 
Sim (  )
Não ( x )
Estou pagando (  )
Tenho mais de uma (  )
Qual é a marca e modelo?
R:

7º Você, ou algum parente, possui algum tipo de negócio (comércio, posto de gasolina, escritórios, etc) na cidade?  
Caso tenha, como pretende administrar seu cargo com o negócio?
R: Possuo loja de disco. Temos profissionais capacitados e disponíveis para tocar o negócio.

8º Qual é a sua renda bruta?
Você recebe algum tipo de aposentadoria ou pensão?  Qual valor?  Oriundo de qual atividade?
R: Renda mensal variante, trabalho com cachê de músico e loja.

9º Você sabe qual é a dimensão de seu cargo?      
Fale sobre isso, sobre como você entende seu papel na câmara. 
Não seja reducionista e procure ser o mais exato possível. 
R: Fiscalizar o executivo, propor leis, ouvir a comunidade e tentar melhorar a vida do juizforano.

10º Qual é seu compromisso e/ou planejamento para com a Educação?      
Tenha consciência que esse texto poderá ser debatido posteriormente.
R: Propor leis que beneficiem e defendam a todo custo a escola como instituição e fazer com que os alunos entendam a importância da educação na vida deles. Propor música e arte como complemento para formação educacional.

11º O que você pretende fazer sobre a segurança pública?      
Compreendemos que não compete ao vereador essa função específica, porém, tudo pode fazer para contribuir com a segurança das pessoas.      
Tem algum plano específico?      
Qual?
R: Fortalecer e dar mais importância a guarda municipal, para que possam desempenhar função de agente de segurança. Acredito que os vereadores tenham muito a fazer pela segurança da cidade, mesmo que cobrando do poder público uma participação mais efetiva.

12º Quais foram os motivos que te levaram a desejar uma vaga na câmara municipal?
R: Representar a classe artística e, principalmente, minha parte empreendedora (pois sou comerciante há mais de 20 anos). Por isso, me coloquei a disposição da cidade, pois sei do potencial artístico e comercial da cidade. 

13º Quais são os partidos coligados a seu partido e quem ou qual é o candidato a prefeito que você e seu partido apoiam?
R: Apoio o candidato Bruno Siqueira na reeleição, e os partidos coligados são: PMDB, PSDB, PV, PTB, PP, PRB e PPL

14º Você tem idéia da dimensão pública que sua vida vai tomar, das cobranças que vai ter que suportar e da paciência que necessitará para lidar com o cargo público?      
Fale sobre isso.
R: Claro, aceitei o desafio tendo consciência da importância de lidar com o público. Pra mim é crucial saber ouvir e ter a sensibilidade para compreender as demandas dos meus eleitores. Ajudar no que puder, dentro das minhas possibilidades.

15º  Caso eleito, quem formaria sua equipe e qual a função de cada membro?  
Como conheceu essas pessoas?
R: Ainda estou focado no processo eleitoral, mas apesar de ter uma equipe qualificada a disposição, ainda não tenho decisão definitiva. 

16º O que você pensa a respeito da redução salarial da legislação municipal a um salário mínimo?
R: Sou a favor de uma reforma ampla da política, não somente da legislação municipal. 

17º Qual é sua posição quanto a pessoas portadoras de necessidades especiais? 
Indique uma forma de reinseri-las socialmente em seu ambiente laboral em um período que se sucede após o trauma permanente ter ocorrido e no período que ocorreu.
R: É crucial fazer valer os direitos das pessoas protadoras de necessidades especiais. Tenho muitos amigos que tem deficiência física e sei da dificuldade e preconceito que já enfrentaram no dia a dia. Por questão de sensibilidade, tanto os deficientes, quanto aos idosos, precisam de atenção especial. Pretendo dar voz a esses grupos na câmara municipal.   

Qualquer dúvida, poste abaixo:

QUESTIONÁRIO RESPONDIDO POR: ALESSANDRO BARBOSA 20222

Olá candidato (a), as questões foram elaboradas tendo como finalidade traçar o perfil dos candidatos a vereança de nossa cidade. 
Todos os dados serão de domínio público, a serem publicados em nosso Blog (https://jfora.blogspot.com.br) a partir da entrega deste, podendo a população questionar o que foi escrito, e sendo de direito do candidato replicar.

As respostas deverão ser assinaladas imediatamente abaixo de cada pergunta. O espaço (lauda) é você quem vai organizar de acordo com o tamanho de sua resposta.



1º Você tem curso superior?      
Qual área?      
Se tiver, cole aqui o Link de seu Lattes:
R: Educação Física - Pós graduação em reabilitação cardíaca ao exercício físico .

2º Se você não tem curso superior, qual é sua área de atuação profissional?      
Onde trabalha?      
Qual função?
Estudou até que série/ano?
R: Militar do Exército - batedor motociclista 

3º Você é uma pessoa religiosa?      
É praticante ou só se denomina?      
Qual é seu nível de comprometimento com sua religião?
R: Catolico mas frequênto cultos evangélicos semanais nas sextas feiras no Exército. Fiel a Deus 

4º Você tem filhos?
Eles utilizam o ensino público ou privado?
R: Um filho que estuda no Stela matutina

5º Você tem casa própria? 
sim ( X )  
Não (  )  
Estou financiando ( X ) 
Onde é?  Redija o endereço abaixo: 
R: Financiando uma casa no condomínio NEO RESIDENCIAL 

6º Você tem carro próprio/motocicleta? 
Sim ( x )
Não (  )
Estou pagando (  )
Tenho mais de uma (  )
Qual é a marca e modelo?
R: Tenho um corsa 2011 e uma moto 650cc, é minha paixão e está tudo quitado

7º Você, ou algum parente, possui algum tipo de negócio (comércio, posto de gasolina, escritórios, etc) na cidade?  
Caso tenha, como pretende administrar seu cargo com o negócio?
R: Não tenho negócio e nem meus parentes. Sou Militar do Exército Brasileiro

8º Qual é a sua renda bruta?
Você recebe algum tipo de aposentadoria ou pensão?  Qual valor?  Oriundo de qual atividade?
R: 4 mil, estou na ativa.

9º Você sabe qual é a dimensão de seu cargo?      
Fale sobre isso, sobre como você entende seu papel na câmara. 
Não seja reducionista e procure ser o mais exato possível. 
R:  Primeiramente não estou lá para melhoria de salário e ficar prometendo cargos a ninguém , farei para a população e a cidade, não pra fulano e beltrano, meu objetivo é retirar as crianças do meio das drogas, utilizando o tempo delas com atividades lúdicas e esportivas nas áreas mais vulneráveis a usuários de drogas, pois sabemos que não vai acabar, mas vai amenizar, fiscalizarem com rigor as unidades de saúde, para que nossa família tenha um atendimento digno e humano

10º Qual é seu compromisso e/ou planejamento para com a Educação?      
Tenha consciência que esse texto poderá ser debatido posteriormente.
R: fiscalizarei a educação no que tange em instalações, ensino e alimentação...Como todos já sabem e me acompanham há anos,  sabem que o meu forte é proteger as nossas crianças, que estão esquecidas pelo poder público

11º O que você pretende fazer sobre a segurança pública?      
Compreendemos que não compete ao vereador essa função específica, porém, tudo pode fazer para contribuir com a segurança das pessoas.      
Tem algum plano específico?      
Qual?
R: Posso auxiliar ao responsável da época na área de segurança, pois tenho algumas noções, pois sou militar há 22 anos, possuo curso no Bope e uma das coisas que temos é preparar melhor nossa guarda municipal, pois ela é a força auxiliar da nossa PMMG

12º Quais foram os motivos que te levaram a desejar uma vaga na câmara municipal?
R: Nunca tive interesse político, quem me impulsionou a esta candidatura foi o povo através de um grupo que possuo no Facebook, que chama  A luta pela Ed. Física, onde praticamente uns 10 anos venho me preocupando em resolver problemas para a sociedade de Juiz de Fora, no meu pensamento, não podemos visar dinheiro e nem poder, as coisas acontecem na hora certa e tem que ser feita de coração

13º Quais são os partidos coligados a seu partido e quem ou qual é o candidato a prefeito que você e seu partido apoiam?
R: Não me preocupo com a coligação e sim com quem fará algo p sociedade, por isso não procurei detalhes sobre coligação, sou PSC do candidato Noraldino, mas o que interessa é o que farei, sendo qualquer executivo que ganhar eu serei a mesma pessoa

14º Você tem idéia da dimensão pública que sua vida vai tomar, das cobranças que vai ter que suportar e da paciência que necessitará para lidar com o cargo público?      
Fale sobre isso.
R: Estou preparado para tudo

15º  Caso eleito, quem formaria sua equipe e qual a função de cada membro?  
Como conheceu essas pessoas?
R: Ainda não prometi nada a ninguém, colocarei pessoas competentes e de confiança a seu devido local

16º O que você pensa a respeito da redução salarial da legislação municipal a um salário mínimo?
R: Acho pouco  1 salário mínimo, não dá nem para viver, mas não precisa ser tanto igual é, sendo um salário com a metade ganhada por eles, ja dá pra se viver em JF, pois também sabemos da responsabilidade que teremos

17º Qual é sua posição quanto a pessoas portadoras de necessidades especiais? 
Indique uma forma de reinseri-las socialmente em seu ambiente laboral em um período que se sucede após o trauma permanente ter ocorrido e no período que ocorreu.
R: Dando apoio psicológico, oportunidades de emprego e acessibilidade em todos os níveis , procurando solucionar sempre as dificuldades que lhe for impostas por eles

Qualquer dúvida, poste abaixo


É CANDIDATO A VEREADOR? RESPONDA NOSSO QUESTIONÁRIO

Sejam todos bem vindos!

Primeiro vamos contextualizar e explicar quem somos e qual é nosso objetivo.
Meu nome é André, natural de Juiz de Fora MG, sou professor de Filosofia formado na PUC, e minha esposa é Priscilla, profissional do Serviço Social, formada na UFJF. Decidimos com outras pessoas formar uma cúpula de pensadores, um grupo de pessoas de formação stricto sensu pautado em várias ciências, com o intuito de se debruçar na pesquisa qualitativa dos candidatos à vida pública de nossa cidade. Ou seja, independente do candidato concordar ou não em responder o questionário, se eleito, por direito à informação, nós vamos buscar todas, digo todas as informações pertinentes ao candidato eleito, sejam bens declarados, salário, formação educacional, imóveis pertencentes, e com essas informações faremos um comparativo do "antes e depois", publicamente. Portanto, se você tem intenções honestas, tenho certeza que não haverá problema algum em responder essas perguntas, uma vez que nós, brasileiros, estamos de saco cheio de corrupção.

Essa pesquisa não se trata de uma análise do currículo Lattes, mas não ignoramos a experiência acadêmica, ela é parte integrante da pessoa que a representa, e precisa existir, mesmo que em nível técnico, porque ser vereador não é "ter um emprego", o sujeito precisa ter sua profissão independente antes da política, mesmo que essa profissão seja de vendedor de pipoca. Ou seja, não estamos desqualificando o conhecimento em nível de senso comum, pelo contrário, valoriza-se o conhecimento, independente de onde seja oriundo, mas também não se pode exaltar as exceções, fazendo delas uma regra. Na vida pública é necessária certa epistemologia, caso contrário, os vereadores continuarão discutindo "nossos assuntos" ao nível da conversa na barraca de pipoca, e a muito tempo isso precisa de um basta! 

A pesquisa.

A intenção dessa pesquisa não é apologizar algum candidato em detrimento de outro, é verificar de perto se o mesmo tem real noção do que é um cargo público e suas prerrogativas, e também verificar qual é seu nível de comprometimento, afinal, o salário é pago com nossos impostos. Mesmo que algum candidato se recuse a responder essas questões, a cobrança será a mesma, e o tempo dirá o quanto estamos comprometidos com isso.

O QUESTIONÁRIO ABAIXO:

Copie as perguntas, cole no Word, responda-as e envie para:
andre.py4wb@gmail.com

As respostas deverão ser assinaladas imediatamente abaixo de cada pergunta. O espaço (lauda) é você quem vai organizar de acordo com o tamanho de sua resposta.


1º Você tem curso superior?      
Qual área?      
Cole aqui o Link de seu Lattes:
R:

2º Se você não tem curso superior, qual é sua área de atuação profissional?      
Onde trabalha?      
Qual função?
Estudou até que série/ano?
R:

3º Você é uma pessoa religiosa?      
É praticante ou só se denomina?      
Qual é seu nível de comprometimento com sua religião?
R:

4º Você tem filhos?
Eles utilizam o ensino público ou privado?
R:

5º Você tem casa própria? 
sim (  )  
Não (  )  
Estou financiando (  ) 
Onde é?  Redija o endereço abaixo:

6º Você tem carro próprio/motocicleta? 
Sim (  )
Não (  )
Estou pagando (  )
Tenho mais de uma (  )
Qual é a marca e modelo?
R:

7º Você, ou algum parente, possui algum tipo de negócio (comércio, posto de gasolina, escritórios, etc) na cidade?  
Caso tenha, como pretende administrar seu cargo com o negócio?
R:

8º Qual é a sua renda bruta?
Você recebe algum tipo de aposentadoria ou pensão?  Qual valor?  Oriundo de qual atividade?
R:

9º Você sabe qual é a dimensão de seu cargo?      
Fale sobre isso, sobre como você entende seu papel na câmara. 
Não seja reducionista e procure ser o mais exato possível. 
R:

10º Qual é seu compromisso e/ou planejamento para com a Educação?      
Tenha consciência que esse texto poderá ser debatido posteriormente.
R:

11º O que você pretende fazer sobre a segurança pública?      
Compreendemos que não compete ao vereador essa função específica, porém, tudo pode fazer para contribuir com a segurança das pessoas.      
Tem algum plano específico?      
Qual?
R:

12º Quais foram os motivos que te levaram a desejar uma vaga na câmara municipal?
R:

13º Quais são os partidos coligados a seu partido e quem ou qual é o candidato a prefeito que você e seu partido apoiam?
R:

14º Você tem idéia da dimensão pública que sua vida vai tomar, das cobranças que vai ter que suportar e da paciência que necessitará para lidar com o cargo público?      
Fale sobre isso.
R:

15º  Caso eleito, quem formaria sua equipe e qual a função de cada membro?  
Como conheceu essas pessoas?
R:

16º O que você pensa a respeito da redução salarial da legislação municipal a um salário mínimo?
R:

17º Qual é sua posição quanto a pessoas portadoras de necessidades especiais? 
Indique uma forma de reinseri-las socialmente em seu ambiente laboral em um período que se sucede após o trauma permanente ter ocorrido e no período que ocorreu.

R:

Copie as perguntas, cole no Word, responda-as e envie para:

Obrigado pela transparência!

Anatel multa usuário por compartilhar rede wifi

O post não é recente, mas vale reflexão, vide ↓
Um morador de Teresina (PI) que compartilhava sua conexão de internet com três vizinhos por uma rede Wi-Fi (sem fio) foi multado em R$ 3 mil pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em setembro de 2010, a agência detectou o uso da internet por diferentes usuários em mais de uma residência, foi até o local, apreendeu equipamentos que garantiam a conexão e enviaram uma multa, em novembro, no valor de de R$ 3 mil a ser paga em até 15 dias.
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O morador teve de prestar depoimento à Polícia Federal, sob a acusação de que ele estava indevidamente funcionando como um prestador de serviços de telecomunicação sem autorização da agência.
O advogado do acusado alega que não se trata de uma atividade comercial e que os três vizinhos são amigos do assinante da rede e dividiam o valor de R$ 180 da mensalidade entre eles. “Eles foram autuados por multa administrativa com um boleto impresso já e deram prazo de 10 dias para ofertar uma defesa e aí vai ter uma decisão judicial”, explicou ao Link Lucas Vilar, um dos advogados responsáveis pela defesa. Por meio do advogado, o morador se recusou a falar com a reportagem.
A Anatel afirmou em nota à reportagem que o usuário operava em “caráter comercial sem a devida outorga” e que havia apreendido apenas um “equipamento rádio-transmissor operando na faixa de 2,4 GHz e uma antena omni-direcional”, e negou ter apreendido computador, modem e roteador, como mencionado pelo portal piauiense 180 Graus, que noticiou o caso.
Ainda segundo a nota, fiscais da Anatel teriam detectado “diversos usuários conectados ao provedor, inclusive de residências mais distantes”, o que foi considerado elemento de prova para “constatar a exploração comercial do serviço sem autorização”. Disse que ainda que não haveria punição ou cobrança da penalidade sem a defesa do acusado.
Legislação
Guilherme Ieno Costa, um advogado especializado em telecomunicações, explicou que é permitido ter redes wireless entre diferentes residências, sem caráter comercial, desde que o usuário tenha licença de “Serviço de Rede Privado”, ao custo de R$ 400, e não à comercial de R$ 9 mil e de maior abrangência, conhecida como SCM (Serviço de Comunicação Multimídia).
É contra a lei que o raio de uma conexão wireless ultrapasse o estabelecimento que contratou o serviço. Segundo Costa, os casos têm de ser analisados individualmente mas geralmente, se não há relação comercial, não há problemas legais. “O máximo que a Anatel poderia fazer era pedir a regularização do usuário, solicitando uma licença de rede privada”, diz.
“Apesar de parecer um absurdo, a Anatel precisa evitar que se proliferem o uso de frequências indistintamente, sem que haja uma supervisão”, pondera. O advogado especialista explica que o vazamento da conexão pode atrapalhar equipamentos que usem a mesma frequência, indo desde “controles remoto do portões até radiofrequência da ambulância”. A Anatel, segundo ele, precisa conhecer para quem o usuário está oferecendo a sua conexão, mesmo nao explorando comercialmente”, opina.
“A tendência é dar uma interpretação que seja mais favorável para o consumidor, menos restritiva”. Guilherme Ieno Costa, que lida com o tema há 14 anos, diz ser a primeira vez que se depara com um atitude desta pela Agência Nacional de Telecomunicações. “Apreender o equipamento não é comum. Mas sim mandar uma notificação e dar um prazo para o usuário se regularizar”.
Segundo o auto de infração datado de 10/09/2010 (reprodução cedida ao Link), a Anatel concede ao acusado 15 dias para a apresentação de defesa e considera “não aplicável” a consideração de prazo para a “regularização da infração”.
Em que pese as discussões jurídicas, Costa acha que a Anatel está “indo atrás da sardinhas, enquanto as baleias nadam de braçada”. Para ele, “ir atrás de casos assim é um deserviço”, opina.
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/anatel-multa-usuario-por-compartilhar-rede-wi-fi/

Grupo da ONU reconhece racismo como problema estrutural da sociedade brasileira

Isabela Vieira,

Rio de Janeiro – O Grupo de Trabalho das Nações Unidas (ONU) sobre Afrodescendentes apontou hoje (13), ao encerrar visita de dez dias ao Brasil, um grande contraste entre a precariedade da situação dos negros e o elevado crescimento econômico do país. A comitiva das Nações Unidas esteve em cinco cidades, reuniu-se com autoridades e representantes da sociedade civil, visitou favelas e quilombos.

Em comunicado à imprensa, os especialistas da ONU destacaram que, entre negros e brancos, existem desigualdades de acesso à educação, à Justiça, à segurança e a serviços públicos. O grupo identificou também racismo “nas estruturas de poder, nos meios de comunicação e no setor privado”. Segundo os representantes da ONU, apesar de serem metade da população brasileira, os negros estão “subrrepresentados e invisíveis”.

“Os afro-brasileiros não serão integralmente considerados cidadãos plenos sem uma justa distribuição do poder econômico, político e cultural”, disseram a francesa Mireille Fanon-Mendes-France e argelina Maya Sahli, integrantes do grupo de trabalho ONU. Elas apresentaram à imprensa conclusões preliminares, que vão compor um relatório com recomendações ao governo brasileiro

Mireille e Maya reconheceram o esforço do governo brasileiro para enfrentar o problema, citando a aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, aprovado em 2010, depois de dez anos de tramitação, e a decisão favorável do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação às cotas nas universidades. Outra ação elogiada foi o projeto de lei que reserva vagas para negros no serviço público.

Para as especialistas, no entanto, o caminho para o fim do racismo e da discriminação pela cor de pele no Brasil é longo. “Não é que o governo não esteja fazendo o suficiente. Ele faz o que é possível. A correlação de forças é que ruim”, afirmou  Mireille.  

No projeto de lei apresentado ao Congresso Nacional, o governo propõe que 20% das vagas dos concursos públicos sejam reservadas para pretos e pardos. O projeto recebeu emendas de deputados que sugeriram a reserva para 50% das vagas, com objetivo de se aproximar do total de negros na população brasileira (50,7%) e para o preenchimento de cargos em comissão.

O grupo da ONU, que está no Brasil a convite do governo federal, passou por Brasília, Recife, Salvador e São Paulo. A viagem terminou no Rio e o relatório conclusivo será apresentado no ano que vem.

Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) não se pronunciou.


Fonte: Agência Brasil

Aluno de 8 anos com cabelo Black Power impedido de fazer rematrícula em escola


Depois que a mãe se recusou a mudar o corte do menino, a escola não aceitou que ele fizesse a rematrícula para o próximo ano.
Polícia vai investigar escola que pediu para aluno cortar cabelo black power
A polícia abriu inquérito para investigar um caso de racismo em uma escola particular em Guarulhos, na Grande São Paulo. A escola mandou um recado para a mãe de um aluno dizendo que ele devia cortar o cabelo - estilo black power - que usava. A mãe se recusou a mudar o corte e quando ela foi rematricular o filho, a escola não aceitou.Uma faixa colocada na entrada da escola anuncia que estão abertas as matrículas para o ano que vem. Mas o aviso não vale para Lucas Neiva de Oliveira, de 8 anos, que já estudava no colégio Cidade Jardim Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Aluno da terceira série, ele passou de ano com notas altas. Mesmo assim, não pode continuar na escola.

Os desentendimentos começaram em agosto, quando Maria Izabel Neiva recebeu um bilhete da professora do filho: ela pedia que Lucas usasse um corte de cabelo mais adequado porque o garoto reclamava do comprimento. “O cabelo não atrapalha. O único jeito de chegar no olho é se eu puxar. Não tem como”, conta o menino.

Maria Izabel decidiu não cortar. Mandou um bilhete para a diretora, que respondeu: “É que realmente esse cabelo não é usado aqui no colégio pelos alunos”.

“Vim conversar com ela pessoalmente, passei umas duas ou três horas na sala com ela porque eu falei para ela assim: ‘Não atrapalha em nada o cabelo dele. Ele enxerga normalmente, o cabelo não está no olho, não atrapalha em nada’. E ela disse assim: ‘Atrapalha os colegas a enxergar a lousa. É crespo e é cheio. Não é adequado esse cabelo. Venhamos e convenhamos mãe’”, conta a mãe.

A mãe de Lucas disse que nesse fim de ano não recebeu nenhum aviso sobre a rematrícula do filho. Ficou preocupada e telefonou para o colégio perguntando sobre os prazos. Nessa semana, ela foi na última reunião de pais e foi à secretaria, onde foi informada que já não havia mais vaga para o garoto.

Outra mãe, que prestou depoimento à polícia como testemunha do caso, foi até a secretaria da escola depois de Maria Izabel e conseguiu rematricular a filha, que estuda na mesma classe de Lucas.

“Eu só quero os direitos dele estudar, entendeu? Eu pago a mensalidade tudo adiantado, a melhor educação para o meu filho. Eu já passei preconceito quando era criança e agora o meu filho passando por isso”, lamenta.

Após a queixa da mãe de Lucas, o delegado já instaurou um inquérito para apurar o caso. “Toda vez que a pessoa é impedida ou é tolida de entrar em algum estabelecimento, inclusive estabelecimento de ensino, que tenha a conotação que é por causa da cor ou do cabelo está caracterizado dentro da lei que apura os crimes raciais”, diz Jorge Vidal Pereira .

Em nota, a direção do Colégio Cidade Jardim Cumbica disse que a mãe perdeu o prazo da rematrícula e que foi orientada a colocar o nome do filho na lista de espera.

Afirmou ainda que o inquérito policial é absurdo e que a professora havia orientado a mãe a cortar o cabelo do menino porque a franja estava atrapalhando a visão dele, mas que isso não tem relação com o fato de Lucas não poder ser rematriculado.

De acordo com a polícia, a diretora da escola já foi notificada do inquérito e deve comparecer segunda-feira na delegacia para prestar depoimento.

Será que a culpa é do governo?

A sociedade mudou, e com a mudança nos últimos anos surgiram formadores de opiniões de todas as ideologias. 
Sendo enfático, é fato que nossa sociedade foi construída sob um alicerce religioso pragmático, colocando um Deus como centro do universo, e de forma que toda a estrutura social seja fortemente solidificada sob a ótica do cristianismo, mas lembrem-se do que escrevi no início, a sociedade mudou.

As pessoas em geral tendem a culpar o atual governo por todos os acontecimentos "estranhos ao normal" (numericamente falando), como se nunca houvesse existido corrupção e governos anteriores. Não vou me alongar neste aspecto, apenas friso que entre as duas correntes principais existe uma dicotomia baseada em pacotes prontos, cujos "ideais" são oferecidos de tal forma que o indivíduo é induzido a escolher uma, ou outra, sem cogitar uma terceira ou quarta possível opção/ideia. Explicando melhor, posso citar dois exemplos, sendo um deles a preocupação do governo federal em aumentar o número de faculdades públicas, melhorar o sistema de ensino (melhorou sim, hoje é mais fácil alcançar o ensino superior, antes, apenas os "filhinhos de papai"), e de lambuja, por conta de várias políticas positivas, pois não existe apenas essa citada, temos que engolir a péssima qualidade do ensino fundamental e médio, e o mensalão, sem contar que se a pessoa se afeiçoa ideologicamente com o PT, é obrigada a acreditar na inocência dos bandidos mensaleiros, ou seja, você é obrigado a ser conivente com o roubo do dinheiro público por conta de alguma melhoria para o social. Esse seria um dos exemplos do pacote completo.

Todo governo tem o lado positivo e negativo, assim como a personalidade do eu, você, nós... só que descobrimos o nosso limite quando enfrentamos oposições, sejam elas quais forem. Para quem estuda ou estudou Filosofia, vai se lembrar de Fílon de Alexandria, que uniu a tradição judaica à razão grega, e sabe bem o restante da história...
Na outra vertente temos uma pseudo-direita "cristã", que entende toda essa "mudança da população", do social, como uma invenção causada pelo atual governo, como se as pessoas tivessem nascido a 12 anos atrás, e essas mesmas pessoas já estivessem reivindicando seus direitos (pense). Além da questão de insistentemente baterem na tecla do comunismo como sendo o futuro da nação nas mãos do tão temido PT, como se essa afirmação fosse realidade, quando é utópica.
Ora, idiotas! Por que nosso governo se preocuparia tanto em agradar a ONU, em aumentar o IDH, em aumentar a chance de participação entre os países mais desenvolvidos e por outro lado  cometeria a idiotice de cogitar uma aliança aos moldes do comunismo, se aliando com os países do mesmo bloco econômico para uma economia fechada?
Ah?
Seria como fazer dieta de emagrecimento se alimentando de fastfood, não tem a mínima lógica. Além de nossa realidade política ter escorregado para o centro, não se mantendo na esquerda propriamente dita, então, onde estaria o tão temido comunismo?

Hoje nos deparamos com algumas realidades que batem acirradamente de frente com a ideologia cristã, com "os moldes do cidadão cristão, da família constituída cristã", e isso não é oriundo de nenhuma ideia utópica comunista, muito menos de governos atuais. A realidade é que gays votam, negros votam, pardos votam, e um governo que depende do "voto de todos" deve se preocupar em inserí-los em pé de igualdade, mesmo que por imposição, independente de ideologias ou moldes absorvidos pelo leite materno. Governos que não se preocuparam com isso simplesmente hoje não fazem mais parte de nenhum contexto. Então, estaríamos aqui realmente falando a respeito de uma minoria?

Conheço um negro, acho que você também o conhece, e este cidadão é o presidente dos Estados Unidos... e me lembro bem das aulas de História com o Professor Dr.José Leandro Peters mencionando a literatura que apontava os Espartanos, bravos lutadores, os mais temidos, que perdiam a virgindade entre eles, então seria a homo-afetividade algo incomum, ou seria o molde absorvido pelo leite materno algo que te cega? 

André Luiz Cordovil Possato

Abrigos: lugares sociais de carinho que aguardam você


Se pararmos para pensar na real situação das crianças e adolescentes tanto em um âmbito geral quanto em nossa região, nos depararemos com velhos e conhecidos problemas, tais como: maus tratos, abuso e exploração sexual, fome e abandono, dentre outros. A exclusão social as deixam expostas e propensas a coisas ainda piores. Esse cenário de descaso, a meu ver, deve ser revisto e amplamente discutido na questão da vulnerabilidade social.

As instituições, responsáveis por cuidar física e emocionalmente das crianças e adolescentes que foram afastadas de suas famílias ou negligenciadas, por vezes precisam de muita ajuda para manter-se funcionando e atendendo de forma adequada; só os órgãos governamentais não suprem essa demanda. O abrigo foi uma das medidas de proteção indicadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, grande triunfo ás práticas e serviços desenvolvidos. A partir daí a crianças passam a ter prioridade, já que antes tinham pouca importância em muitos casos.

O sonho de ter uma família faz parte da vida de milhares de crianças e adolescentes abrigados em orfanatos a espera de adoção. Mas infelizmente ainda hoje, há muito preconceito, principalmente quanto as crianças com mais de 2 anos. Posso dizer com propriedade, pois já estive em contato com muitas dessas crianças em abrigos de Juiz de Fora – alguns são irmãos consangüíneos-, que elas ficam encantas com as pessoas que aparecem para vê-las, recebem - as como se fossem uma delas e da um carinho excepcionalmente acolhedor. É uma experiência que só presenciando e fazendo parte dessas vidas para poder entender.

Muitas não tem a sorte de fazerem parte de uma família novamente. Nesses lares cheguei a ver desde bebês de meses de vida a moças e rapazes de 15 anos ou mais, que passaram a vida ali, e não tem a idéia de como é viver com pai, mãe, e irmãos. Ainda bem que, a vontade de adotar hoje esta maior, não só pelos casais que não podem ter filhos, mas os que tem e optam pela adoção para aumentar a família. Vejo como um ponto muito positivo tal atitude.

Atualmente, no Brasil, um processo de adoção pode durar, em média, quatro anos. A maioria dos cadastros está restrita aos municípios ou, em poucos casos, a um banco de dados estadual. Com o cadastro, perfis de crianças e casais serão armazenados e procurados em todo o sistema, o que vai facilitar na busca e encontro do perfil desejado.

Mesmo que você não tenha a intenção de adotar, mas queira conhecer e ajudar esses meninos e meninas sem lar de Juiz de Fora, temos várias instituições que adorariam te receber, e de braços abertos. Ninguém sabe ao certo quantas crianças e adolescentes vivem hoje em abrigos; ficando ali, torna-se definitivo o que deveria ser uma passagem provisória. Ajudem se puderem, conheçam se interessarem, vale à pena.

Abaixo segue o nome e o telefone das instituições em nosso município que aguardam você.

Casa da Providência
Rua São Mateus - 716 – São Mateus
Telefone: 32-3232-3164

Orfanato São Pascoal
Rua Pasteur - n/s- - Centro
Telefone: -3212-3714

Casa Maternal Maria Helena
Avenida dos Andradas - 275 - Centro
Telefone: 32-3212-2379

Lar Infantil Santa Luiza do Marilac
Rua Mariana Evangelista - 24- Poço Rico
Telefone: 32-3211-7746

Aldeias Infantis SOS de J. F.
Av. Juiz de Fora - 667 - Grama
Telefone: 32-3224-7240

Centro Infantil Monte Sião
Rua Maria da Conceição Marinho - 498 - Sª Cruz
Telefone: 32-3222-6393 

Lar Joana de Angelis
Santa Catarina - Juiz de Fora
Telefone: 32-3212-7631

Falta de medicação nas farmácias do SUS



A falta de medicações, principalmente as básicas é recorrente em várias cidades brasileiras. Fato que leva muitos trabalhadores, aposentados, etc a utilizarem seu orçamento mensal para conseguir dar continuidade ao tratamento necessário.

Pois bem, mas o que acontece para faltar medicamento, se muitos gestores afirmam ter?

Para melhor compreensão, vou associar a compra de remédio e farmácia a um Buffet de festas. Ao se contratar um Buffet, ou mesmo organizar uma festa, é preciso  ter uma noção de quantos convidados a festa terá. Daí faz-se um cálculo de x salgadinhos para cada pessoa, e mais  um pouco para não faltar.

Com as medicações é preciso fazer esse cálculo também, saber quantas pessoas toma a medicação x, e ter um pouco a mais para novos casos, para emergências. Isto para medicações de uso prolongado, por exemplo, para diabetes, saúde mental, hipertensão (pressão alta). No caso das demais medicações, quando são utilizadas apenas em curto período de tempo, por exemplo, antibiótico é feito o cálculo por estimativas dos últimos anos através de instrumentos de informação que apresentam índices de ocorrências de doenças e uso de determinadas medicações nos  últimos anos, isso aliado à  campanhas de  promoção e prevenção à saúde.

Ainda há algumas medicações de uso menos recorrente, que não tem como precisar o uso dele, podemos citar aqui como exemplo medicações utilizadas  em oncologia, em Juiz de Fora, é muito comum faltar medicações para tratamento da leucemia .

Dito isso é importante agora explicar porque falta medicação. Cada cidade possui sua especificidade, é importante verificar e notificar a ouvidoria de saúde para que esta consiga investigar os reais motivos da falta de medicação. Porém em Juiz de Fora, esse diagnóstico já foi realizados por alguns estudantes e  pesquisadores da área.

Conforme dito no último post sobre saúde aqui no blog, Juiz de Fora não possui uma atenção primária eficiente, ela não é uniforme, ou seja, igual em todos os bairros. A cidade ainda possui bairros sem cobertura de atenção primária. Isso dificulta um sistema de informação integralizado (interligando os serviços de saúde) para notificar casos rastreados. Além disso, uma mesma pessoa pode  ir em mais de um serviço para uma mesma queixa, ou controle mensal, e conseguir duas ou mais receitas, e conseguindo medicações para todas as receitas,e  assim acumulando em casa as medicações, caso algum mês não consiga, já terá sua reserva.
Sem uma atenção primária ideal e um sistema de informação eficaz contendo dados da pessoa, freqüência em serviços de saúde, diagnóstico, receita recebida, e se pegou medicação ou não, interligado com um sistema de notificação de casos,  e dados sócio cultural é impossível controlar estoque de medicação.

Porém o que fazer enquanto a situação não é estabelecida? Em um primeiro momento campanha de conscientização da população para que esta  não estoque medicação em casa. Depois treinamento de pessoal. Receitas de uso contínuo geralmente para controle da hipertensão arterial e diabetes (alguns de saúde mental também) tem um prazo de validade de  três meses. Isso significa que uma pessoa pode buscar sua medicação com a mesma receita três vezes, o controle é por dada e carimbo, só que os carimbos feitos de forma aleatória acaba por confundir a  muitos, que podem pegar no segundo ou terceiro mês, mais de uma vez a medicação.

A terceira ação a se fazer é procurar a ouvidoria de saúde da cidade para registro da falta de medicação, pois na ouvidoria é o canal que liga o usuário à gestão, é nela que  consegue-se reunir todas as queixas e  realizar o estudo sobre as causas, e buscar soluções exterminando as causas, e não apenas de forma paliativa, provisória como observamos possibilitando farmácias  da comunidade  fornecer a medicação que falta na unidade de atenção primária à saúde. é importante buscar a ouvidoria, pois o seu problema, a sua dificuldade pode ser de muitas pessoas, e a sua reclamação ajudar no diagnóstico social. Além disso, a ouvidoria tem condições de ajudar a pessoa em sua queixa.

Para finalizar nossa conversa de hoje, acrescento que a Ouvidoria de Saúde tem o papel de acolher não só queixas, mas elogios, sugestões, e ainda orientar o usuário sobre o sistema de saúde. Conforme dito anteriormente, é um instrumento  de elo entre os usuários e a gestão, e não um órgão punitivo ou apenas de defesa do usuário. Mas esse papo fica para outra oportunidade.


Juiz de Fora X ambiente sustentável

 Quando se fala em educação ambiental, deve-se pensar, ou melhor, repensar hábitos sociais para uma maior percepção do meio ambiente global e local, a dependência recíproca dos problemas e possíveis soluções e, principalmente, a importância do dever individual e daquele que abrange a todos os cidadãos no intuito de edificar uma comunidade mais justa e o ambiente sustentável.
Um destaque especial na reciclagem como uma saída para o problema do lixo é um modelo a ser seguido em todo país, visto que o consumo exagerado problematiza o modo de produção capitalista que vivemos muitas vezes encobertas pelas supostas “soluções da reciclagem de forma científica”. A prefeitura de Juiz de Fora, através da DEMLURB, passou a Usina de Reciclagem para a Associação Municipal dos Catadores de Papel, Papelão e Materiais Reaproveitáveis de Juiz de Fora (ASCAJUF). Será que apenas tal atitude basta? Fiz uma pesquisa, a título de curiosidade, sobre reciclagem de materiais e encontrei apenas duas instituições, uma em Vila Ideal e outra no Milho Branco. Se tiver mais, por favor, me atualizem.

Os principais problemas envolvendo nosso município estão ligados à expansão urbana e o comprometimento dos rios segundo pesquisa feita através de entrevistas, além dos representantes da UFJF que traçam parâmetros gerais do problema através das expansões territoriais para o topo dos morros e encostas, trazendo poluição e assoreamento dos rios. O maior exemplo que temos é o Rio Paraibuna que, através de estudos, sofre desse mal. A tendência é piorar, principalmente em áreas descobertas de vegetação. Em alguns pontos a sujeira é visível com lixo perto das margens e na água. Que cartão postal hein!

 Vários são os problemas que geram inúmeras discussões e conflitos em Juiz de Fora. Citando mais um, temos as antenas de rádio base de telefonia móvel. É a velha questão do consumo mencionado anteriormente, aquela vontade enorme de ver todos os aparelhos funcionando, deixam a todos cegos para os problemas socioambientais que vem com tais atos. A tecnologia surge para nos servir, claro, facilitar as coisas, mas se tivermos apenas uma visão unilateral dela, traz um falso entendimento sobre os prós e contras que podem afetar nosso dia a dia.

Visto que as questões são muitas, não menos importante, temos o conflito ambiental ligado à urbanização e as áreas verdes que ainda resistem na região. Um exame mais detalhado dos lados positivo e negativo do desenvolvimento são um grande passo para se estabelecer uma harmonia entre a ciência e a sustentabilidade local. Ouso até dizer “sustentabilidade mundial”. Juiz de Fora, tendo uma área urbana muito grande, deixa o índice de área verde, dependente do tamanho da população. Muitos dos espaços verdes que existiam foram fragmentadas e unidas à extensão urbana. Triste mas verdade!

 Não que nada esteja sendo feito a respeito dos assuntos citados anteriormente, temos os movimentos sociais, ONG`s, entre outros, que brigam por melhorias, timidamente, em Juiz de Fora... mas se são problemas recorrentes, talvez falte um olhar mais atencioso e atitudes mais acertadas dos representantes responsáveis para que sejam se não resolvidos de vez, minimizados ao menos.  Como cidadãos juizforanos precisamos ficar atentos. Pensem nisso.

Mais um ano passa e a população ainda vive mal.

Como diz em um artigo que eu li “Não há IOF especial para pobres quando eles financiam uma geladeira ou uma televisão. Não há isenção de IPI na hora de comprar um par de Havaianas; nem ICMS mais baixo sobre os alimentos e serviços.” Creio que nem mesmo os informais escapam desta fiscalização então, quem poderia fazer algo, precisa ter consciência da real situação dos mais humildes.
O que quero chegar com isso tudo? Se as pessoas pobres, que mal conseguem colocar comida na mesa todos os dias, passam dificuldades constantes para se ter o mínimo, com certeza lugar pra morar dignamente é que não tem. Sendo excluídos e marginalizados, mal tratados e vistos como perigo, acabam mendigando pela sobrevivência e morando, aqueles que tem em barraquinhos no alto dos morros.
Sendo uma cidade considerada de médio porte, com quase 600 mil habitantes, Juiz de Fora também passa pelos problemas das ocupações irracionais. Imóveis centrais, próximos ao transporte público e a centros populares de compra, atingem valores exorbitantes em curto período de tempo.
Juiz de Fora tem aproximadamente 3,8% de seu território constituído de favela, não parece muito, mas quando se vê a extensão e, junto com ela, os problemas de uma falta de estruturação, creio que da para assustar. Além de , quanto maior for à cidade, maior o público consumidor potencial para os traficantes - vamos combinar, tem bastante disso aqui -, sendo esta uma consequência do descaso que a gestão do nosso município vem causando.
Os espaços não são bem aproveitados e planejados. Só a estruturação do centro tem sido prioridade, e quem não tem um lugarzinho sequer pra viver e depende dos albergues (outra questão a ser tratado mais além)?
Como diz a Prof.ª Viviane Pereira “Quem são essas pessoas que vivem nas ruas da cidade expressando uma situação de pobreza extrema?” A miséria e a desigualdade são produtos históricos que se modificam constantemente. Sei que sua existência esta diretamente associada à origem da questão social, mas pode-se fazer algo para mudar tal característica, e assim dar mais dignidade a população como um todo.
Olha que nem há dados suficientes para um estudo sobre a população de rua de Juiz de Fora – aqueles que de fato sem moradia vivem nas ruas -, ainda menos a quantidade e extensão das favelas. Perdeu-se muito nos últimos anos, veículos com o mercado formal e informal de emprego, podendo ser comprovado ao ver as gigantescas filas no Ministério do Trabalho e em outras pesquisas relacionadas.
O que falta é fazer uma análise do real e interferir sobre os desafios atuais a serem enfrentados para a sociedade local. Juiz de Fora já teve um passado próspero e é de certa forma, um sinônimo de melhoria para as cidades vizinhas menores. Mas não há crescimento esquecendo-se do que é mais importante em uma cidade: a população, toda ela. Sendo ano de eleição ou não, a cidade continua depois, algo precisa ser feito hoje.
Um abraço,

Priscilla.

E a saúde como vai?



Não pergunto se você está doente ou não, mas se está bem  fisicamente, psiquicamente e socialmente. Vai bem no emprego, no seu bairro, na sua cidade, anda dormindo bem, sem ansiedade, se alimentando adequadamente, e as relações familiares, tem adoecido?

Pois é isso tudo é saúde. Não estar bem com dor nas costas, febre, dores diversas não é saúde, é doença.
Por isso agora em época eleitoral devemos tomar cuidado com as promessas de candidatos, principalmente envolvendo saúde, uma vez que por ser a maior reclamação da população, torna-se carro chefe, o tema que mais enfatizam nas campanhas eleitorais.

Para se ter uma sociedade saudável, não basta prometer mais médicos e hospitais.  Precisamos de saúde e não curar doenças, aliás, quem quer adoecer?

Um bom plano de saúde  é um bom plano de governo como um todo. Uma vez que  a Organização Mundial de Saúde conceitua, define saúde como o bem estar bio-psico-social. Ou seja, se temos muito desemprego, muita violência, não temos saúde. Estaremos doentes, e nesses casos não é hospital que  cura essa doença, e sim projetos e iniciativas sociais eficazes para toda a cidade  e não apenas para um pessoa.

Assim, vale dizer que  um bom programa de governo é aquele que prioriza toda a sociedade e não apenas  a tentativa de diminuir doenças da população. No entanto, uma questão surge: como acabar com as filas de espera, falta de vagas nos hospitais, demora para cirurgias, falta de medicação, etc.

A primeira iniciativa é ter uma atenção básica uniforme em cada município. Isto significa dizer que  Unidades de Atenção Primária (UAPs), conhecidas como postos de saúde ou unidades básicas de saúde, com a Estratégia Saúde da Família implantada, e ainda o Núcleo de Saúde da família, que conta com apoio de médicos especialistas, fisioterapia, psicologia, dentre outros profissionais.

Em termos de Juiz de Fora isso  representa além de assegurar não só  acessibilidade aos serviços de saúde, como também  uma descentralização dos serviços (aqui  tratando descentralização não como princípio do SUS, mas como um mecanismo de mobilização urbana). Ou seja, uma pessoa que precisará  de uma consulta com o cardiologista, não precisará ir ao Pam Marechal, para esta consulta. Ou seja, uma iniciativa que ajuda não só na saúde da população, mas  na questão do trânsito, transporte urbano, etc.

Com uma atenção primária eficaz, diminuiremos a demanda dos demais níveis de atenção à saúde: secundária (ambulatórios especializados como o Pam Marechal)  e terciário (os hospitais). Dessa forma, se  a demanda , encaminhamentos a esses serviços diminuírem, uma vez que os problemas conseguem ser resolvidos na atenção primária, as filas de espera tendem a diminuir, já que a população e adoecerá menos. Pois a função da atenção primária é prevenção e  evitar agravos de saúde.

Caso o gestor queira diminuir em um tempo mais hábil as filas, ele poderá lançar mão de alguns programas (por exemplo mutirões), convênios (com laboratórios, a partir de licitação para diminuir espera de exames).

Com a população adoecendo menos, haverá menos gastos logo poderá se investir mais em pessoal, em treinamentos. O benefício será de todos.

Diante deste exposto, cabe aqui dizer que, o Estado tem sim dever de prover a saúde conforme  assegura a constituição, mas nós  podemos ajudar, não só cuidando e prevenindo doenças, mas votando em pessoas com compromisso.


Propositalmente eu apenas citei a questão da falta de medicação. Pois estarei abordando esse tema numa próxima postagem, até lá!

Feira de Ðomingo, muda de local ou não?

A feira da bagunça na Av. Brasil quase toda população adulta conhece. É um local de diversão, de entretenimento, e como muitos sabem, é o ganha pão de muita gente.
Proprietários de veículos antigos aproveitam para se reunir, motoclubes, só gente do bem.

É a oportunidade que a maioria dos comerciantes ambulantes tem de ganhar um extra, além disso, se você quiser comprar um automóvel usado, basta passear no Terreirão do Samba (nome ridículo e fictício de algo que não ocorre ali), sempre tem algo interessante neste espaço.

Claro, tem o corre-corre dos DVD's piratas, tem a "barraca da dentadura", que está lá, cheia de dentaduras usadas; (um baldinho com água; o cidadão 'lava a dentadura no baldinho', experimenta, e se não servir, experimenta outra; sempre lavando no baldinho.)


Sacanagem a parte, você encontra a barraca de ferramentas do José Luiz, do Fernando, do Gilberto. Encontra portão de aço que estava na casa de alguém abandonado, encontra espelho para sua esposa colocar no quarto, relógio de parede... botina usada, nova... Come pastel, come churrasquinho, come coxinha... bebe refrigerante, cerveja, bate papo com os amigos, e quando menos percebe, sua esposa está voltando com as compras e te pega pela orelha para ir embora "tentar almoçar".


Começou bem o domingo; passeou, viu os amigos, fez um lanche diferente, sua esposa fez compras. O domingo não poderia ser menos produtivo, e agora você pode tirar aquela soneca gostosa, enquanto os barraqueiros estão juntando suas mercadorias, pagando os ajudantes e contabilizando os lucros.

A feira de domingo, não digo a oficial de verduras, digo a do lado de cá, é sempre uma oportunidade grandiosa de lidar com gente da melhor qualidade, gente do bem, que está ali para ganhar com o próprio suor algum dinheiro para pagar as contas e movimentar nossa economia.

A atual administração está com projeto de tirar a feira daquele lugar, e o projeto já está em andamento, e os feirantes (oficiais) terão que se contentar em trabalhar nas márgens da Av. Brasil em frente ao Tupinambás, o que impede frontalmente que a feira da bagunça possa acompanhar.

Alguém tem dúvida que é a feira da bagunça que alavanca a feira oficial?
Pois é.

Depois de tirar o sustento dessa gente, o que mais a atual administração quer de nós?
Voto?

_Feira de domingo na Av. Brasil vista do lado de cá
Se você não tem um programa legal para domingo de manhã, vale a pena passear na feira.

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