Na outra vertente temos uma pseudo-direita "cristã", que entende toda essa "mudança da população", do social, como uma invenção causada pelo atual governo, como se as pessoas tivessem nascido a 12 anos atrás, e essas mesmas pessoas já estivessem reivindicando seus direitos (pense). Além da questão de insistentemente baterem na tecla do comunismo como sendo o futuro da nação nas mãos do tão temido PT, como se essa afirmação fosse realidade, quando é utópica.
Será que a culpa é do governo?
Na outra vertente temos uma pseudo-direita "cristã", que entende toda essa "mudança da população", do social, como uma invenção causada pelo atual governo, como se as pessoas tivessem nascido a 12 anos atrás, e essas mesmas pessoas já estivessem reivindicando seus direitos (pense). Além da questão de insistentemente baterem na tecla do comunismo como sendo o futuro da nação nas mãos do tão temido PT, como se essa afirmação fosse realidade, quando é utópica.
Abrigos: lugares sociais de carinho que aguardam você
Se pararmos para pensar na real situação das crianças e adolescentes tanto em um âmbito geral quanto em nossa região, nos depararemos com velhos e conhecidos problemas, tais como: maus tratos, abuso e exploração sexual, fome e abandono, dentre outros. A exclusão social as deixam expostas e propensas a coisas ainda piores. Esse cenário de descaso, a meu ver, deve ser revisto e amplamente discutido na questão da vulnerabilidade social.
O sonho de ter uma família faz parte da vida de milhares de crianças e adolescentes abrigados em orfanatos a espera de adoção. Mas infelizmente ainda hoje, há muito preconceito, principalmente quanto as crianças com mais de 2 anos. Posso dizer com propriedade, pois já estive em contato com muitas dessas crianças em abrigos de Juiz de Fora – alguns são irmãos consangüíneos-, que elas ficam encantas com as pessoas que aparecem para vê-las, recebem - as como se fossem uma delas e da um carinho excepcionalmente acolhedor. É uma experiência que só presenciando e fazendo parte dessas vidas para poder entender.
Mesmo que você não tenha a intenção de adotar, mas queira conhecer e ajudar esses meninos e meninas sem lar de Juiz de Fora, temos várias instituições que adorariam te receber, e de braços abertos. Ninguém sabe ao certo quantas crianças e adolescentes vivem hoje em abrigos; ficando ali, torna-se definitivo o que deveria ser uma passagem provisória. Ajudem se puderem, conheçam se interessarem, vale à pena. Telefone: 32-3232-3164
Orfanato São Pascoal
Telefone: -3212-3714
Casa Maternal Maria Helena
Telefone: 32-3212-2379
Lar Infantil Santa Luiza do Marilac
Telefone: 32-3211-7746
Aldeias Infantis SOS de J. F.
Av. Juiz de Fora - 667 - Grama
Telefone: 32-3224-7240
Centro Infantil Monte Sião
Rua Maria da Conceição Marinho - 498 - Sª Cruz
Telefone: 32-3222-6393
Lar Joana de Angelis
Telefone: 32-3212-7631
Falta de medicação nas farmácias do SUS
Juiz de Fora X ambiente sustentável
Os principais problemas envolvendo nosso município estão ligados à expansão urbana e o comprometimento dos rios segundo pesquisa feita através de entrevistas, além dos representantes da UFJF que traçam parâmetros gerais do problema através das expansões territoriais para o topo dos morros e encostas, trazendo poluição e assoreamento dos rios. O maior exemplo que temos é o Rio Paraibuna que, através de estudos, sofre desse mal. A tendência é piorar, principalmente em áreas descobertas de vegetação. Em alguns pontos a sujeira é visível com lixo perto das margens e na água. Que cartão postal hein!

Vários são os problemas que geram inúmeras discussões e conflitos em Juiz de Fora. Citando mais um, temos as antenas de rádio base de telefonia móvel. É a velha questão do consumo mencionado anteriormente, aquela vontade enorme de ver todos os aparelhos funcionando, deixam a todos cegos para os problemas socioambientais que vem com tais atos. A tecnologia surge para nos servir, claro, facilitar as coisas, mas se tivermos apenas uma visão unilateral dela, traz um falso entendimento sobre os prós e contras que podem afetar nosso dia a dia.
Visto que as questões são muitas, não menos importante, temos o conflito ambiental ligado à urbanização e as áreas verdes que ainda resistem na região. Um exame mais detalhado dos lados positivo e negativo do desenvolvimento são um grande passo para se estabelecer uma harmonia entre a ciência e a sustentabilidade local. Ouso até dizer “sustentabilidade mundial”. Juiz de Fora, tendo uma área urbana muito grande, deixa o índice de área verde, dependente do tamanho da população. Muitos dos espaços verdes que existiam foram fragmentadas e unidas à extensão urbana. Triste mas verdade!
Não que nada esteja sendo feito a respeito dos assuntos citados anteriormente, temos os movimentos sociais, ONG`s, entre outros, que brigam por melhorias, timidamente, em Juiz de Fora... mas se são problemas recorrentes, talvez falte um olhar mais atencioso e atitudes mais acertadas dos representantes responsáveis para que sejam se não resolvidos de vez, minimizados ao menos. Como cidadãos juizforanos precisamos ficar atentos. Pensem nisso.Mais um ano passa e a população ainda vive mal.
Um abraço,
Priscilla.
E a saúde como vai?
Propositalmente eu apenas citei a questão da falta de medicação. Pois estarei abordando esse tema numa próxima postagem, até lá!
Feira de Ðomingo, muda de local ou não?
A feira da bagunça na Av. Brasil quase toda população adulta conhece. É um local de diversão, de entretenimento, e como muitos sabem, é o ganha pão de muita gente.
Proprietários de veículos antigos aproveitam para se reunir, motoclubes, só gente do bem.
É a oportunidade que a maioria dos comerciantes ambulantes tem de ganhar um extra, além disso, se você quiser comprar um automóvel usado, basta passear no Terreirão do Samba (nome ridículo e fictício de algo que não ocorre ali), sempre tem algo interessante neste espaço.
Claro, tem o corre-corre dos DVD's piratas, tem a "barraca da dentadura", que está lá, cheia de dentaduras usadas; (um baldinho com água; o cidadão 'lava a dentadura no baldinho', experimenta, e se não servir, experimenta outra; sempre lavando no baldinho.)
Sacanagem a parte, você encontra a barraca de ferramentas do José Luiz, do Fernando, do Gilberto. Encontra portão de aço que estava na casa de alguém abandonado, encontra espelho para sua esposa colocar no quarto, relógio de parede... botina usada, nova... Come pastel, come churrasquinho, come coxinha... bebe refrigerante, cerveja, bate papo com os amigos, e quando menos percebe, sua esposa está voltando com as compras e te pega pela orelha para ir embora "tentar almoçar".
Começou bem o domingo; passeou, viu os amigos, fez um lanche diferente, sua esposa fez compras. O domingo não poderia ser menos produtivo, e agora você pode tirar aquela soneca gostosa, enquanto os barraqueiros estão juntando suas mercadorias, pagando os ajudantes e contabilizando os lucros.
A feira de domingo, não digo a oficial de verduras, digo a do lado de cá, é sempre uma oportunidade grandiosa de lidar com gente da melhor qualidade, gente do bem, que está ali para ganhar com o próprio suor algum dinheiro para pagar as contas e movimentar nossa economia.
A atual administração está com projeto de tirar a feira daquele lugar, e o projeto já está em andamento, e os feirantes (oficiais) terão que se contentar em trabalhar nas márgens da Av. Brasil em frente ao Tupinambás, o que impede frontalmente que a feira da bagunça possa acompanhar.
Alguém tem dúvida que é a feira da bagunça que alavanca a feira oficial?
Pois é.
Depois de tirar o sustento dessa gente, o que mais a atual administração quer de nós?
Voto?
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